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Jornal Aberto - Itens filtrados por data: fevereiro 2018
Objetivo é contribuir em larga escala para o desenvolvimento da criança, na vertente desportiva, social e também ao nível da mobilidade sustentável. O Município de Penafiel vai apresentar na próxima segunda-feira, dia 5 de Fevereiro, às 16h00, no Centro Escolar de Galegos, um programa pioneiro a nível nacional - “A bicicleta nas escolas”, que abrange cerca de 40 escolas do concelho, num total de cerca de 1300 alunos que frequentam as actividades extra curriculares (AEC´s). 
Em tempo de folia e de muita animação, o concelho de Castelo de Paiva volta a viver o Carnaval com todo o entusiasmo e alegria, com vários desfiles a sair às ruas e, ao todo, são mais de 1200 crianças que vão corporizar a festa e  manifestar a sua alegria em iniciativas carnavalescas dinamizadas pelas entidades escolares e que vão contar com o apoio municipal.
domingo, 04 fevereiro 2018 00:00

TERRA DA LIBERDADE

Entre 2013 e 2016, a APAV registou um total de 29.619 processos de apoio a pessoas vítimas de Violência Doméstica, mais de 85% eram mulheres.
 
Mulheres que viram os seus sonhos serem interrompidos, os seus objetivos serem espezinhados quando deram o último suspiro agonizando uma morte que não mereciam.
 
Quando o sol brilha é para todos, correto? Então onde fica a igualdade de género? Esse termo rodeado de tabus, que suscita discussão, preconceito, medo e morte?
 
A igualdade de género implica abolir a discriminação entre os sexos, e que não seja favorecido o homem em nenhum aspeto da vida social, tal como era frequente há algumas décadas.
 
Atualmente, a sociedade tenta mascarar a realidade afirmando que as mulheres já conquistaram todos os direitos e escolhas que as colocam em pé de igualdade com os homens. Mentira absurda! Os media, em geral, propagam fortemente na publicidade, nas telenovelas e nos filmes, a passividade da mulher em relação ao homem e legitima o corpo da mulher como objeto sexual.
 
Igualdade de género nunca matou ninguém, mas o machismo mata todos os dias e é importante que todos tenhamos uma noção clara destes conceitos, para que possamos entrar numa luta justa. 
 
Não serei mulher livre enquanto outras mulheres viverem oprimidas. Viverei acorrentada, ainda que as correntes delas não sejam as minhas. 
O sol quando brilha é para todos, não é?
 
Então porque é que algumas mulheres nunca mais poderão vê-lo brilhar?  
Publicado em Crónicas
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