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Jornal Aberto - Itens filtrados por data: março 2018
A exemplo de anos anteriores, a Associação Social e Cultural de Nojões  - ASCRN promoveu no passado Domingo, uma das iniciativas mais emblemáticas do seu Plano de Actividades, concretizando uma jornada de saudável convivialidade, complementarizada com o habitual almoço de confraternização das papas de sarrabulho e rojões à moda antiga, um evento que, apesar do mau tempo que se fez sentir, voltou a ter uma excelente adesão de participantes e que serviu de angariação de fundos para esta IPSS da freguesia de Real, que em breve irá dar início à sua obra social e actuar junto da comunidade local.
Foi detido suspeito de ter agredido violentamente um homem que veio a falecer, em Vila Meã. A Polícia Judiciária, através da Diretoria do Norte, identificou e deteve fora de flagrante delito um homem pela presumível autoria dos crimes de ofensa à integridade física grave e omissão de auxílio, ocorridos no dia 01 de março de 2018, cerca das 19h30, em Vila Meã, Amarante.
A exemplo de anos anteriores, a Associação Social e Cultural de Nojões  - ASCRN vai promover no primeiro Domingo de Março, dia 4, uma das iniciativas mais emblemáticas do seu  Plano de Actividades, concretizando uma jornada de saudável convivialidade, complementarizada com o habitual almoço de confraternização das papas de sarrabulho e rojões à moda antiga, que tem sempre uma excelente adesão de participantes e que serve de angariação de fundos para esta IPSS da freguesia de Real. 
O Município de Penafiel vai assinalar o seu 248.º aniversário de elevação a cidade com uma vasta programação cultural, ao longo do mês de março.  A elevação de Penafiel a cidade aconteceu a 3 de março de 1770, onde D. José I com o objetivo de desmembrar o bispado do Porto, escolheu Arrifana de Sousa (Penafiel), centro de uma das quatro comarcas eclesiásticas que o compunham, para nova sede episcopal. Foi assim que, a outrora vila de Penafiel, deu lugar à denominação de cidade de Penafiel.
sexta, 02 março 2018 00:00

Rolex da vida

O que fazes quando tens um relógio e o mesmo deixa de funcionar? 
 
Se é um Rolex não tens problemas em gastar uns bons trocos para o consertar.
 
Se foi um relógio que compraste nos “chinocas”, que te custou pouco mais de cinco euros, vais pensar duas vezes, antes de gastar dinheiro para o compor, correto?
 
Se fores suficientemente estúpido, pagas vinte pelo conserto de uma peça de cinco, se fores sábio, poupas dinheiro e compras um relógio de cem e com garantia de qualidade. 
 
O mesmo acontece com as pessoas, podes compará-las aos relógios. Existem aquelas que são baratas, que precisas dar-lhes corda com frequência e que se estragam a “torto e a direito”.
 
Depois existem aquelas com qualidade, que vão funcionar (quase) na perfeição, que não precisarão ser consertadas o tempo inteiro e que podem durar uma vida. Com sorte, algum neto sortudo ainda herda o teu Rolex.
 
Ser inteligente é saber o momento exato em que precisas deitar fora o relógio ao invés de o mandares consertar.
 
Ser inteligente é saber o momento exato de excluíres os relógios baratos da tua vida e colocares no teu pulso um relógio de qualidade.
 
Pois é, já paraste para pensar? As pessoas são exatamente como os relógios.
 
Letícia Brito
Publicado em Crónicas
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